23/09/2017

XXV DOMINGO DO TEMPO COMUM | ANO A

"Outra lição que podemos tirar da parábola é que Deus pede a cada um apenas o que ele/ela consegue fazer."

XXV DOMINGO DO TEMPO COMUM | ANO A

25º DOMINGO DO TEMPO COMUM

24 DE SETEMBRO

 

1ª Leitura: Is 55,6-9

2ª Leitura: Fl 1,20c-24.27a

Evangelho: Mt 20,1-16ª

 

As leituras deste domingo nos fazem descobrir a diferença entre como pensam e agem as pessoas e como Deus pensa e age.

A 1ª leitura nos fala de um Deus que se faz próximo, que quer deixar-se encontrar pelo homem, contanto que este queira buscá-lo e encontrá-lo. O primeiro passo do homem é reconhecer que está percorrendo estradas erradas e dedicando sua atenção a coisas sem valor. Isto faz nascer nele o propósito de abandonar os maus caminhos para encontrar Deus e fazer a experiência da sua misericórdia. Pois Deus está disposto a acolher e perdoar quem erra e O ofende. Assim Ele nos convida a confiar na sua bondade, que é capaz de renovar-nos inteiramente. É preciso entrar nos pensamentos e nos caminhos de Deus; fora disto qualquer libertação é ilusória.

Cristo é o sentido último da vida de Paulo, quer ele continue neste mundo quer não. Se morrer, o Apóstolo se unirá a Cristo alcançando o prêmio. Se continuar pregando o Evangelho, fará Cristo crescer na comunidade a qual vai progredir na fé e na alegria, e também isto é um bem. Ele está disponível para o que Deus quiser. O cristão deve comportar-se como um cidadão digno do Evangelho e digno de Cristo.

“Estás com inveja, porque estou sendo bom?” Essa é a pergunta que o patrão da parábola faz aos operários que reclamam do salário recebido conforme fora combinado. É porque esse patrão igualou os últimos aos primeiros que trabalharam o dia todo. Esse patrão representa Deus na parábola. Em vez da inveja, nosso sentimento deve ser o de louvar a graça e a misericórdia de Deus, que quer recompensar além de todo merecimento nosso e dos outros.

Outra lição que podemos tirar da parábola é que Deus pede a cada um apenas o que ele/ela consegue fazer. A ninguém Ele pede o impossível. Ao jovem, Ele pede que trabalhe como jovem, com toda a força e o entusiasmo da juventude. Ao adulto, que coloque sua experiência e seus talentos para o bem comum. Ao idoso, que viva com sabedoria ajudando com seu bom exemplo e seus conselhos. Se este não puder trabalhar, “enfrentando o cansaço e o calor do dia inteiro”, basta uma hora de serviço e a recompensa será a mesma dos outros operários. É porque, naturalmente, pode-se imaginar que os primeiros escolhidos para trabalhar eram os mais fortes e mais bem dispostos. Os outros tiveram que esperar. Os últimos selecionados eram os mais fracos.

Deus escolheu cada um de nós para uma missão a cumprir na comunidade humana e na Igreja; portanto, temos de procurar conhecê-la e também realizá-la, colaborando com os irmãos para o bem comum.

O importante é a gente ficar sabendo que no Reino de Deus sempre há vagas para quem quiser trabalhar. A toda hora o Senhor está dizendo: “Ide vós também para a minha vinha!” Essa vinha é a minha vida, a minha família, o meu ambiente de trabalho, a minha comunidade cristã, meu bairro, a sociedade em que vivo. “Ide para a minha vinha! Por que estais aí parados?” Faça cada um a sua parte!


Pe. José Raimundo Vidigal, C.Ss.R.


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