25/11/2018

Jesus Cristo, Rei do Universo.

Para festejar Cristo, rei do universo, a Igreja não nos propõe o relato de uma cena de triunfo e glória, mas, ao contrário, um momento da história de sua paixão dolorosa.

Jesus Cristo, Rei do Universo.
1ª Leitura: Dn 7,13-14
2ª Leitura: Ap 1,5-8
Evangelho: Jo 18,33b-37
 
O profeta Daniel nos fala da visão que teve de um “filho de homem”, que é o Messias, ao qual pertence todo poder em todo tempo e lugar. Ele vem do alto do céu, entre as nuvens, para inaugurar no mundo um Reino eterno e universal. A ele foram dados poder e glória, e todas as nações o servirão. As nuvens, de fato, simbolizam o céu, habitação de Deus. Tudo que vem do alto tem um caráter de universalidade e de eternidade. Ele vem em socorro do povo de Deus humilhado; ele vem trazendo um Reino que jamais será destruído. O cristão vive na esperança e sabe que tudo o que há de negativo será aniquilado; mas a Palavra do Senhor permanece para sempre.
 
O Apocalipse procura animar os primeiros cristãos, perseguidos por causa de sua fé em Jesus. Revela aos cristãos oprimidos qual é o sentido dramático da existência deles na terra. Recorda-lhes que Jesus de Nazaré, como representante de toda a humanidade, já venceu toda provação que eles estão sofrendo agora. O vidente fala da vinda triunfal de Cristo que julgará o mundo. Todos se voltarão para ele, reconhecendo sua realeza. Cristo é o primeiro a ressurgir dos mortos, é o soberano dos reis da terra, é Aquele que nos ama e nos libertou do pecado com seu sacrifício. Cristo, Alfa e Ômega, é o primeiro e o último, princípio e fim de todas as coisas. Com Ele ressuscitaremos e com Ele viveremos para sempre. A derrota do mal por meio da morte e ressurreição de Cristo introduziu no mundo o Amor. Só se soubermos amar verdadeiramente os irmãos, podemos chamar-nos de cristãos, povo que pertence Àquele que por amor desceu do céu para viver no mundo e ensinar o caminho da felicidade eterna.
 
Para festejar Cristo, rei do universo, a Igreja não nos propõe o relato de uma cena de triunfo e glória, mas, ao contrário, um momento da história de sua paixão dolorosa. Jesus, humilhado e acorrentado, comparece diante de Pilatos, representante do poder romano. Quem dos dois é rei? Qual dos dois pode reivindicar um poder real? Olhando com olhos humanos, só se poderia errar. Mas o que conta é o diálogo que acontece entre os dois. Pilatos não entende nada, nem dos judeus nem de Jesus. Quanto a Jesus, só uma coisa conta, a Verdade. Durante toda a sua vida Ele serviu à verdade, deu testemunho da verdade. A verdade do Pai, a verdade sobre a vida eterna, a verdade sobre a vida e sobre a morte. Todos campos essenciais, nos quais a mentira e o erro são fatais. Todos os discípulos de Jesus são chamados a compartilhar de sua realeza, se escutam sua voz. É realmente rei aquele que a verdade tornou livre.
 
Cristo nos convida a promover o seu Reino na terra: reino de justiça e de amor, de paz e de perdão. O mundo precisa deste Reino. Somos chamados a ser colaboradores de Cristo, construtores de seu Reino, portadores da verdade de Cristo, dos valores profundos do seu Evangelho.
 
Termina hoje o Ano do Laicato. Que Deus abençoe e sustente em sua missão tantos Leigos e Leigas que se dedicam a propagar entre seus irmãos e irmãs a mensagem de Cristo.

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